mancheia

"Livros, discos, vídeos à mancheia! E deixe que digam, que pensem, que falem..."

sábado, abril 08, 2006

Olha que coisa mais feia, que falta de graça

Hoje muitos vão pensar que acordei azedo. Eu normalmente acordo azedo quando acordo cedo, mas isso é rima pra outro post. Não acordei cedo mas decidi falar mal de alguém hoje. E venho pensando que é extremamente complicado quando se fala mal de algo estabelecido, principalmente quando falamos da cultura e seus ícones.

Por exemplo, se eu fosse falar mal de Chico Buarque, a grande maioria da população chicotear-me-ia em praça pública. Mas o alvo hoje não é ele. Na verdade, o alvo não é ninguém, mas UMA obra de alguém, de um ícone. Refiro-me à letra de Garota de Ipanema, feita por Vinícius de Moraes para a maravilhosa música de Tom Jobim.

Reparem que eu disse ma-ra-vi-lho-sa música de Tom Jobim. Pois a música é muito bem feita e belíssima, e não merece, na minha humilde opinião, a letra rasteira que Vinícius fez para ela. Podemos dizer que a letra se encaixa perfeitamente na melodia; concordo. Podemos falar que o "poema" tem um ritmo que nos remete ao andar da Garota, ao mar, ao balanço das ondas; concordo duas vezes. Mas o que quero analisar, interpretar aqui é o valor do texto de Vinícius. Não estou falando que o texto precisa ser rebuscado, com palavras difíceis, poesia parnasiana. Não. Pode-se ser simples e lírico ao mesmo tempo, como o supracitado Chico. O parágrafo está ficando grande, então vou pular para outro.

Eu não estou desmerecendo o Vinícius e nem falando mal dele. Estou sim, falando mal da letra que ele fez pra Garota de Ipanema. Fato raro, até a letra em inglês ficou melhor, mais bem cuidada. Feita por Norman Gimbel, me parece mais encaixada ainda na música de Tom. Considero o Vinícius um bom poeta. E, apesar de não muito simpático a ele e ao lambe-lambe em torno dele, gosto muito de algumas letras, mas em Garota de Ipanema foi forçado demais. Não consigo engolir aquilo.

Eu proponho - se há alguém que concorde comigo - reescrevermos a letra e mostrar pra todo mundo. Violeiros do meu país, escrevam suas letras e divulguem pra aldeia. Façam melhor que o poetinha e agradeceremos. Porque chutar cachorro morto é bem mais fácil, né? E Vinícius está bem vivo. Ainda bem.

Minha cara está aí. Podem bater.

p.s.: como muitos sabem, não sou graúdo nem miúdo. Sou médium. E como tal, recebi uma mensagem do próprio Tom Jobim. Ele me soletrou na cabeça esse texto inédito que fez assim que recebeu a letra pra Garota de Ipanema do Vinícius. É só cantar na melodia original. Vamo lá:

Olha que coisa mais feia, que falta de graça
É essa letrinha que Vinícius me passa
Que a contragosto
Sou obrigado a aceitar

Letra fraquinha, rasteira, cheia de improviso,
Que ao lê-la "de prima"
Não contive o riso
Mas com prazo estourado
Vou ter que gravar.

Ah, a gravadora ligou
Ah, pois o prazo estourou
Ah, e o Vinícius faz isso
O Vinícius, menino brilhante,
Parecia um letrista importante.

Ah, se ele soubesse que merda que fez
Não falava comigo nem mais uma vez
Vai ganhar dinheirinho por causa de mim
Só por causa de mim
Fiz a música assim
Só por causa de mim...

Ósculos e amplexos para quem for de.

Alex Manzi.

34 Comments:

Blogger Marco Aurélio said...

Alex

Você é um cara de coragem. O que vai ter de neguinho te enchendo o saco por causa deste post não vai ser mole. Como a música é linda, nunca tinha prestado atenção na letra realmente michuruca. Você tem razão. Sei a melodia e a harmonia de cor. Já toquei-a várias vezes. Confesso que nem me lembro da letra.O Vinicius devia estar chapado e quis fazer uma letra que a Helô Pinheiro conseguisse entender para depois...

Valeu

Coréio

8:12 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Corelhão!

O Vinícius devia estar sempre chapado, né? O melhor seria tocarmos a música e fazer uns scats no lugar da letra. Tudo muito sincopado e esperando o solo do Stan Getz arrebentar.

Bom, pelo menos começamos bem, com uma manifestação de apoio. Mas podem bater, gente. Dou a outra face.

Ósculos jobinianos, Có.

9:49 AM  
Blogger Paulinha / Zut said...

Ola Alex! ^^
É verdade... a letra realmente não passa nada em vista da melodia que é belissima... Concordo com o que o Corélio disse, vai ter muita gente que ficará um pouco contrariada com esse seu post, mas eu assino em baixo do que você disse. Uma letra que falasse algo realmente interessante, ou simplesmente agradesse de verdade aos ouvidos seria bem vinda... Confesso que não pude conter o riso quando li a sua versão da música ^^ ficou realmente ótima =)

Um grande beijo

_o/

1:33 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Paulinha@Zut

É justamente esse o problema. A letra se encaixa bem na música, mas não faz jus a ela. Muito fraquinha mesmo. A parceria ideal é quando Jobim faz a música e o Chico Buarque faz letra. Aí não tem pra ninguém. Putz... "Eu te amo" e "Retrato em Branco e Preto" são ótimos exemplos disso.

Obrigado pela visita. Volte sempre no buteco.

Beijos.

4:07 PM  
Anonymous Jacque said...

OOie...
Venho sempre aki, mas se naum comento, eh por medo de falar algo inadequado... =(
Adooorei essa versao da musica...
Serio msm!!
Seu blog tah muitooo bom...
Bjoooos...

8:09 PM  
Anonymous Thalita said...

Ei Alex..
Finalmente você vai ter o prazer do meu comentário... rsss (brincadeiraaaa.. o prazer é todo MEU!! Hehe, perdi a vergonha).
Bom, o que eu tenho a dizer a princípio é que ri um bocadinho com a "paródia" rss... Ficou bem legal! E também que ia ser bacana outras pessoas se arriscarem a enviar algo.
No mais, tenho que concordar que a música 'Garota de Ipanema' alcançou um sucesso enorme devido mais ao nome daqueles que a compuseram do que propriamente da letra atribuída. E apesar dessa música ser uma das consideradas símbolo da cidade do Rio de Janeiro, ela com certeza poderia ter um poema mais cultural e representativo... a letra poderia ser algo "mais lindo e cheio de graça".
Porém, agora acho dificíl (pra não falar impossível) mudar aquilo que já foi feito e apresentado. Agora o que vale é ouvir e curtir sem se prender a esse 'mínimo' detalhe de que a letra não fala nada de 'importante'. Rss... É ouvir, cantar e ser feliz.. hauahua
No mais, não sei se falei besteira, mas é isso aí.
Bjinhos

10:51 PM  
Anonymous Thalita (de novo) said...

PS: ficou 'pouco' grande o post neh? rsss Repara não, é a falta de hábito.

10:53 PM  
Blogger Arthur Petrillo said...

Alexotan,

Eis minha versão:

Garoto do Coréu

Olha que grande blasfêmia
que grande embaraço
É ele o Alex
dizendo ser fracasso

Tão doces palavras
Belas como o mar

Moço que me elogia
o Ranato Russo
critica Vininha
mas que absurdo

Com doces palavras
Não vou concordar!

(E por aí vai!!!)

(risos)

Saudações, amigo!

Arthur!!

11:29 PM  
Blogger A menina. said...

Só visite: sempremais1vez.blogspot.com

Diga algo, mesmo que uma dura crítica.

1:00 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Olá, Jacque!

Fique sempre a vontade pra dar pitacos no meu buteco. Nunca será inadequado. O que importa aqui é que todos entrem e façam a festa.

Beijos e volte sempre. Obrigado pelos elogios.

9:49 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Thalita!

Que prazer tive em ler seu comentário.

Agora é impossível mudar um clássico, mas ele pode ser discutido, como estamos fazendo nesse momento.

O importante é PODER cutucar o estabelecido, o ícone, os símbolos. Esse tipo de liberdade me fascina e é o que quero pra minha vida, em todos os sentidos.

Não se preocupe com o tamanho dos comentários. Tamanho é documento!

Beijos.

10:15 AM  
Blogger Alex Manzi said...

A benção, Arthurzinho de Santa Tereza, parceirinho de viagens em muitas canções e que ainda viajará muito comigo.

Menino Grande, admira-me VOCÊ, um talentoso letrista, defender a letrinha muito ruinzinha do Vinícius. Um menino que ousou dizer que não gosta de jazz, fica reverenciando uma letra mal feita, rasteira, que deve ter sido feita às pressas por alguém com muito sangue no álcool...

Mas, brincadeiras à parte, a liberdade que prezo é isso aí: eu continuar achacando a letra e alguém defendê-la. Relação dialógica é bom demais.

Adorei sua resposta em versos, malungo.

Ósculos dialógicos.

10:24 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Caríssima A Menina,

Aqui vai uma dura crítica: VOCÊ DEVIA TER ESCREVINHADO MAIS AQUI!!!

Pronto, falei. Tava engasgado...

Beijim e obrigado pela visita.

10:32 AM  
Blogger Carmen said...

Manzi de mi vida (pronuncia-se "Manzi de mi bida" - é espanhol):

Você já tinha me falado sua opinião sobre essa letrinha "de pé descalço, tão pobrezinha". Na época achei um acinte, mas depois coloquei sob suspeição tudo de Vininha (como disse Rei Arthur aí nessa belezura de letra). Confesso que ele caiu muito na minha opinião. A culpa é sua. Ele deve te odiar.

Beijos.

2:52 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Carmencita de mi corazón (pronuncia-se Carmencita de mi coraçon):

Ainda bem que consegui te provocar com isso. Ás vezes muitas coisas passam por nós e nem percebemos, né? Por isso precisamos cutucar os ídolos infalíveis e iconoclastizar muita coisa.

Ainda bem que você apareceu; já estava sentindo sua falta. Sei que estás sempre flutuando, mas preciso de suas palavras (pronuncia-se palabras).

Ósculos vários(pronuncia-se muitos beijos).

4:10 PM  
Blogger Carmen said...

Manzi de mi vida:

estoy aquí riendo sola de tuyas palabras!!! :D

Eres muy divertido!!!

Besos de Carmencita de su corazón!

6:19 PM  
Anonymous Johnny said...

Bem, claro que discordo de sua análise, mas a respeito. Acho a tradução (como a maioria das letras das músicas do Tom excetuando-se as que ele mesmo verteu pro inglês) uma bostinha. Vinícius conseguiu traduzir exatamente o sentimento da primeira parte da música (a malemolência praiana) com a melancolia da segunda ("Ah por que tudo é tão triste?"). Com a palavra, Daniel Pizza (http://www.secrel.com.br/Jpoesia/dpiza4.html):
"Com Tom Jobim, Vinicius comporia “Garota de Ipanema”, uma das canções mais executadas no mundo todo até hoje, ao lado de “Yesterday”, dos Beatles, e “My Way”, com Frank Sinatra. O segredo de canções como “Garota de Ipanema” está no diálogo sonoro entre letra e música, entre a dicção fonética e a linha melódica. Quando se ouve “Olha que coisa mais linda/ Mais cheia de graça/ É ela menina/ Que vem e que passa/ Num doce balanço, a caminho do mar”, o balanço da garota tem expressão vocal graças ao jogo das vogais com o ritmo sincopado."
Além d'um outro tratado universitário pr'os que se interessarem por tradução (em específico, desta Garota de Ipanema...).: http://www.iaec2.br/biblioteca/tcc/arquivos-conteudo/arquivos-indice/tcc-tradutor/tccandreaf.doc

Abraços praianos,
Johnny

6:40 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Joãozinho,

No meu post eu falei do "encaixe" da letra com a música. E falei bem desse aspecto.

O que continua não me agradando é a simplicidade da letra, muito fraca para um poeta do porte de Vinícius. Ser simples, tudo bem. Ser raso, nem sempre.

Abraços de Itapuã.

8:05 PM  
Anonymous Anônimo said...

Alex meu queridíssimo... Perdi a parte da manhã todinha tentando fazer uma humilde estrofe (está certo eu falar estrofe em se tratando de uma música?) para a nova versão que sugeriste.. Enfim, foi um trabalho em vão, não saiu nada. Portanto, deixo pra comentar em outra oportunidade, sobre um assunto que eu tenha mais "intimidade"... Mas não podia deixar de dar o meu olá e lhe mandar um abraço do tamanho da minha saudade: eterna!!! Beijos meu queridíssimo amigo... Gizele.

1:53 PM  
Anonymous Alan said...

Bicho...

Assuntinho danado esse heim?

Concordo com você, mas também estou com o johnny.

Talvez a música e o tema sejam leves demais pra receber um texto mais complexo do que o que foi... sei lá...

Acho a letra bunitinha!
bunitinha... feinha, mas arrumadinha...

Falando nisso, recebi um e-mail pra encaminhar pra você. O remetente disse que não tinha seu e-mail novo...


De Tom para Manzi

Pedi pro Vinícius fazer
Uma letra levinha
Mas porém pra deixar
Muito mais bunitinha
Que muita música complexa
Que tem por aí...

E num é que o rapaz conseguiu
Pegando o que eu fiz
E uma letrinha imbecil
E fez a “Garota”
A canção mais famosa
Que tem no Brasil

Ah, deixa nós dois em paz...
Ah, porque aqui tá bom demais!
O terreiro que ocê freqüentô-ô
Com certeza alguém te enganô-ô...

Vê, se eu vou perder tempo
No paraíso que eu tô
Pegando as diabinhas
Muito melhores que a Helô...
Eu e o Vinícius, aqui somos comedô.

Ah, deixa nós dois em paz...
Ah, porque aqui tá bom demais!
O terreiro que ocê freqüentô-ô
Com certeza alguém te enganô-ô...

2:52 PM  
Anonymous Anônimo said...

Oi Alex, beleza?

Saí da toca, e olha que isto é difícil para um pré-histórico das tecnologias de comunicação, mas o tema me deixou empolgado.

Já que é para ser polêmico, vou cutucar a ferida.

Tá certo que não é porque o homem é o Vinícius que devemos reverenciar todos os seus versos, não vamos transformar uma celebridade num mito.

Mas muito me incomoda ver como a simplicidade proposital (pois ele já demonstrou que quando quer ser complexo, ele é) do Vinícius provoca mais reações do que a simplicidade não proposital do Renato Russo.

Sei que o ex-lider do Legião é quase uma unanimidade, mas olha bem as letras dele, gente, são coisas muito simples, quase adolecentes.

Por que esta simplicidade é elogiada e a do Vinícius não?

Abração

Wagner Lannes

9:32 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Gizele,

Que bom é sempre dar de cara com você por aqui. Entre sempre, dê palpite e não precisa escrever estrofezinha nada.

O calor que emana de seus comentários já é suficientemente poético.

Um beijo, querida!!!!!

12:55 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Alanzinho do meu coração.

Adorei sua psicografia, mas o que você me diz de uma letra tipo a Carioca, do Chico Buarque? Precisa ser rasteira pra transmitir a malemolência do Rio de Janeiro e sua praia? O Grande Ninja Chico, através dessa letra, nos diz que não.

Um grande abraço. E te espero sempre aqui!

Carioca
Chico Buarque/1998

Gostosa
Quentinha
Tapioca
O pregão abre o dia
Hoje tem baile funk
Tem samba no Flamengo
O reverendo
No palanque lendo
O Apocalipse
O homem da Gávea criou asas

Vadia
Gaivota
Sobrevoa a tardinha
E a neblina da ganja
O povaréu sonâmbulo
Ambulando
Que nem muamba
Nas ondas do mar

Cidade maravilhosa
És minha
O poente na espinha
Das tuas montanhas
Quase arromba a retina
De quem vê
De noite
Meninas
Peitinhos de pitomba
Vendendo por Copacabana
As suas bugigangas
Suas bugigangas

1:00 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Wagner Lannes também do meu coração.

Repare no meu post sobre o Renato e veja que as letras mais elogiadas são as do Dois (mais elaboradas e complexas). Depois - concordo com você - ele se diluiu em letras adolescentes e fáceis e óbvias no que concerne à estruturação poética das canções.

Essa questão da simplicidade proposital que você levantou é coisa interessante; não tinha pensado nisso. Mas esse meu post é coisa de quem espera mais coisa de um poeta como o Vina.

O importante é que isso serve pra mostrar às pessoas que tudo isso não foi escrito pra difamar um poeta e sua obra, mas justamente o contrário.

Obrigado pela oportunidade de desvendar o oculto atrás do oculto.

Um grande abraço e espero você sempre aqui, mesmo com as barreiras tecnológicas.

1:19 AM  
Blogger Carmen said...

Manzi de mi vida:

Vim aqui só desejar feliz aniversário e feliz páscoa, tá? Eu sei que é adiantado, mas é que não estarei aqui e não terei internet (aleluia!).

Beijo.

10:45 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Carmencita:

Muitíssimo obrigado pela lembrança! Uma ótima viagem pra você e aproveite bastante longe das ondas da net e, espero, perto das ondas reais do mar.

Ósculos Pascoais.

11:02 AM  
Blogger sniper said...

É cara, pra importância que essa música tem, para o que todo mundo diz dela, não acho que merece mesmo ser esse "hino". Musica triste!

Gostei da versão eheheh
abraços

1:58 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Sniper!

Obrigado pela visita inaugural. Espero que não seja a única. Pela letra, na minha humilde opinião, não acho que seja hino, mas, se for pensar só na música estupenda-fenomenal-maravilhosa de Tom Jobim, já é O hino.

Um grande abraço e volte sempre!

1:20 AM  
Anonymous Vanessinha said...

Adoro quem tem ousadia!

Grande abraco, meu irmaozinho!
Vanessinha:-)

7:23 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Obrigado, Vanessinha!

Esteja sempre por aí. Eu estarei aqui, com certeza. Nem sempre ousado, nem sempre covarde. Ah, sei lá...

Ósculos!

11:26 PM  
Anonymous Alex, o Jordane said...

Depois de tantos e mais tantos posts e de um atraso exageradamente grande, não consigo deixar de dar minha opinião!
Concordo com você! Mas com meu irmãozinho Alan também!
Mas de verdade mesmo, NÃO SUPORTO ouvir essa música, nem as versões em inglês, alemão, ou esperanto...
Abraços e beijos (afinal meu vocabulário não é tão rico quanto o seu)!!!

8:39 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Jordane, o Alex

Espero sinceramente que o atraso não seja tão exagerado mais. Como eu já disse, precisamos da sua prosa nesse buteco...

Gosto da versão da canção em inglês, mas prefiro a instrumental. Tom Jobim rules!

Ósculos! Amplexos!

12:56 AM  
Anonymous Anônimo said...

kkk'
Que ridículo, não tem um pingo de senso de humor e vergonha na cara de publicar uma besteira dessas né?
Poderia pelo menos respeitar os outros e aceitá-los, se não gosta das obras de Vinicius de Morais, fique com isso aí dentro de você, não precisa espalhar pra ninguém, nem criando uma bobagem dessa, por que eu que não quero ouvir essa besteira... Seu abestado!

6:25 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Bem-vindo, Forasteiro Anônimo.

Estou tentado a pensar que você adorou o post e as minhas gracinhas em cima do nome do Poetinha.

Volte sempre! Grande e fraterno abraço.

7:25 PM  

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