mancheia

"Livros, discos, vídeos à mancheia! E deixe que digam, que pensem, que falem..."

segunda-feira, maio 29, 2006

Shakespeare e Ana

Lancinante estrada minha
Conte-me, sozinha,
A dor pura dos estragos meus:
teus.

12 Comments:

Anonymous alan j. said...

ô bicho! ajuda a gente aí né? dá uma luz... esse tá muito difícil de comentar!

1:55 PM  
Blogger Carmen said...

Concordo com o Alan.

Mas estou começando a achar que esse post foi propositalmente escrito para não ser entendido...

2:50 PM  
Blogger Marco Aurélio said...

Xela

Ainda bem que o Alan e a Carmen me ajudaram a tomar coragem para comentar. Acho que realmente você quase não quis ser entendido. Vai ai uma interpretação. Você está tentando fazer uma reflexão sobre os caminhos que está trilhando e avaliando as manotas e os dissabores do percurso e talvez tentando jogar a culpa neste acaso. Só não vi a conexão com o título.

Solucsó an adnub

3:06 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Alanzinho

Ajude-nos você! Tô louco pra saber o que eu quis dizer no poeminha...

Abraço!

10:31 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Carmencita de mi corazón

O poeminha nasceu de uma brincadeira (pergunte à Moniquete), mas ele tem coisas a dizer.

Pode se mostrar bem hermético, mas não se trata de um mero exercício literário não.

Nesses versos, há sentido em senti-los.

Baccio.

10:34 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Ocram

A sua interpretação é possível. Pode estar sendo travado um diálogo com a própria vida, a estrada, a existência.

A angústia existencial de seguir vivendo e que, às vezes nos assola de forma tão dolorida, pode estar presente no poeminha.

Agora, pode ser também um diálogo do poeta com a amada (ou amado). Nas duas leituras que apresento aqui, uma coisa é certa: o poeta divide a culpa com a outra entidade.

Ou talvez pode não ser nada disso. Ainda não decidi...

Enviem cartas decidindo por mim, caríssimos leitores. É isso que movimenta a nossa roda aqui.

Ósculos também.

p.s.: ah, sobre o título! É um trocadilho com "Shakespeareana", por se tratar de uma poesia existencial, como as do bardo de Stratford-upon-Avon. E a dupla de nomes que forma o trocadilho também pode indicar duas entidades em diálogo. Ou não.

10:43 PM  
Blogger Carmen said...

Prometi que ia "pilhar" o Mancheia, né? La vai!

Cria vergonha, seu Manzi! A estrada quem escolheu foi o senhor mesmo!!! Logo, és o único autor de todo e qualquer estrago!

No entanto não posso deixar de discordar dessa palavra. Porque acho, sinceramente, que não houve estrago algum. O que não te matou te fez mais forte, né? Pois então!

P.S.: Seria este comentário pilhagem ou pilhéria?!? Nem eu sei.

6:11 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Bem que você avisou, Carmencita!

Pois bem, eu escolhi a estrada, mas não sabia que nela encontraria troncos de árvores, buracos e pontes que desabaram, concorda?

Mas, quanto à minha escolha, sou totalmente responsável sim.

O que não te mata te faz querer morrer.

Pilhemos e pilheriemos pois!

Ósculos destruidores!

10:41 PM  
Anonymous Anônimo said...

caro irmão vc sabe conhece tua dor
naum fike aflito ...
acho que um pouco de oração a nosso senhor jesus cristo vai ajudar em sua jornada...

Thiago C.Pereira

1:56 PM  
Blogger Alex Manzi said...

Eis o mistério da fé, eis o mistério da dor, eis o mistério dos mistérios de existir.

Abraços, Thiago. Obrigado pela visita e volte sempre mesmo!!!

2:17 PM  
Blogger Arthur Petrillo said...

Novamente é a pedra que é o problema..

Vc e essa pedra... Tome vergonha e chute-a. Assim ela sai do seu caminho.

Os teus são referentes à estrada, aos desamores, às opções de sua vida???

Bom,

Estamos aqui para confundir... Não é mesmo??

Abraços amigos!

11:11 AM  
Blogger Alex Manzi said...

Tutu!

Que bom tê-lo de volta às teias!

Mas que graça tem a estrada sem pedras? É bom quando o carro atola, que aí a gente desce e se suja todo.

O 'teus' é a divisão da culpa. Ou não, pois o que somos é véu, névoa, e não ventinho e dia com céu azulzinho. Vamo confundir!

Ósculos amiguísticos!

10:27 AM  

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